sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Projeto da FDCL contribui para a formação de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres

Colégio Batista 
As escolas Monsenhor Horta, Narciso de Queirós, Lamartine de Freitas (Congonhas) e o Colégio Batista de Ouro Branco, receberam no segundo semestre de 2015 as palestras do projeto Direito nas Escolas. Os temas abordados pelos professores da Faculdade de Direito de Conselheiro Lafaiete (FDCL) foram: Drogas, Cidadania, Bullying e Mudanças para melhorar o meio ambiente. Com isso, a FDCL sente que cumpre com muita qualidade o seu papel social.

O diretor-geral, professor Hamilton Junqueira, aproveitou a oportunidade para agradecer a confiança que as várias escolas têm depositado na FDCL: “A cada dia recebemos mais solicitações de educandários que desejam receber nossas palestras e isso nos gratifica muito, pois mostra que estamos no caminho certo. Ficaremos felizes em poder dar continuidade a esse trabalho em 2016”, pontua.

Escola Lamartine de Freitas 
Responsável por tratar o tema Drogas com os alunos, o Mestre em Direito e pós-graduado em Direito Processual, professor Mauro da Cunha Savino Filó, afirma que o principal objetivo do projeto é contribuir para a formação dos jovens: “É um projeto de extensão criado pelo Núcleo de Extensão e Pesquisa (NEP) que leva uma série de temas ligados ao Direito e à Cidadania a alunos do ensino fundamental e médio. Por meio de pequenas palestras,  mostramos quais direitos possuem e, também, quais deveres devem respeitar enquanto cidadãos”.

Sobre a importância do tema, Mauro Filó acredita que ele seja crucial, pois o uso das drogas aumentam as chances dos jovens não realizarem seus sonhos: “Procuro mostrar qual pode ser a herança para quem utiliza drogas e para aquele que não utiliza. Entendo ser este o ponto central do tema. Em geral os alunos são bem receptivos. Alguns pais também participaram de algumas palestras e elogiaram muito a abordagem”, afirma.

O professor Mauro Filo acredita que o Direito 
nas Escolas deve ser exemplo para o país

O professor também considera que o Direito nas Escolas é um projeto que deve ser exemplo para o Brasil: “Em nosso país a tradução do ensino superior é focar na pesquisa e não se sabe como realizar projetos de extensão universitária. Estamos mostrando, não somente que é possível realizar projetos de extensão universitária, como também ter grandes resultados com os mesmos”.

Serviço


Podem participar do projeto “Direito nas Escolas” instituições de ensino da rede pública e privada. Para conhecer mais sobre o projeto e agendar as palestras é só entrar em contato com o Núcleo de Extensão e Pesquisa (NEP), por meio dos telefones 3769-1919 e 8634-1240, ou do e-mail nepfdcl@gmail.com.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

FDCL nas Escolas encerra mais um ano com saldo positivo

Chegando ao fim de 1015, a Faculdade de Direito de Conselheiro Lafaiete (FDCL) se orgulha de fazer um balanço positivo de mais um ano do FDCL nas Escolas. Neste projeto de extensão, colocamos professores da FDCL à disposição das escolas de ensino fundamental e médio de Conselheiro Lafaiete e região para que os seus alunos pudessem realizar cursos de curta duração na própria faculdade, sem nenhum custo para a escola ou pa­ra os seus alunos. Esse projeto acontece desde 2012.

O objetivo é contribuir com as escolas para a formação de seus estudantes, inserindo temas do seu cotidiano relacionados ao direito. No segundo semestre, a FDCL recebeu os alunos da escola estadual Monsenhor Horta, que enviaram diversas turmas para ter aula sobre Direitos Humanos com o professor José Cesar. De acordo com o diretor-geral da FDCL, professor Hamilton Junqueira, a Faculdade sente-se verdadeiramente feliz em conseguir cumprir o seu papel social, por meio de projetos como esse: “Sabemos que, muitas vezes, esse é o primeiro contato dos jovens com uma faculdade, tornando possível uma visão contextualizada dos objetivos do ensino superior”, explica.

Já o diretor do departamento de Ensino, Extensão e Pesquisa (DEN), professor Waidd Francis, acredita que a FDCL tem cumprido um papel muito importante de inserção de seu aprendizado e de disponibilização de sua estrutura física e humana nos projetos de extensão mais variados desenvolvidos em Conselheiro Lafaiete e região: “Isso acontece diretamente por meio dos projetos que oferecemos, como o Direito nas Escolas, ECA nas Escolas, Viva Nascente, Promoção da Igualdade Racial, Mutirão para a Conciliação, o atendimento realizado pelo Núcleo de Práticas Jurídicas, Respeito nas Escolas, Talentos FDCL, Direito para Todos, Revista ATHENAS e visitas técnicas. Temos, também, diversas parcerias, tanto com o poder público, como também com entidades sociais, culturais e educacionais”.

O diretor do DEN destaca, também, as grandes parcerias que a FDCL nas Escolas recebeu: “O projeto foi realizado com os alunos da escola estadual Monsenhor Horta. Contamos com o apoio da Expresso Líder, que transportou os estudantes até a faculdade. Aproveitamos para agradecer ao Fernando Oliveira de Menezes, gerente da Expresso Líder e também ao diretor da escola estadual Monsenhor Horta, Paulo Roberto Tavares Baptista”.

Saiba mais


O público do projeto FDCL nas escolas são os alunos do 9º ano do ensino fundamental II até o 3º ano do ensino médio. A escola interessada deve entrar em contato com o Núcleo de Extensão e Pesquisa por meio dos telefones: (31) 3769-1919 ou 98634-1240 ou, ainda, pelo endereço eletrônico: denfdcl@gmail.com.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Visita técnica aguça senso crítico dos alunos da FDCL

A visita técnica foi aprovada
pelos alunos e professores
Os alunos da disciplina optativa Direito e Sociedade realizaram, juntamente com os professores Mateus de Moura Ferreira e Mauro Savino Filó, uma visita técnica à cidade de Ouro Preto. O objetivo é, segundo os professores, desenvolver nos alunos um senso crítico quanto à importância do patrimônio histórico e artístico nacional. Eles conheceram a Casa dos Contos e o Museu da Inconfidência.

De acordo com o professor Mateus, as visitas são extremamente benéficas para a comunidade acadêmica, uma vez que aproximam os alunos da prática. “Estudamos a proteção dos bens culturais na Constituição de 1988 e a visita à cidade de Ouro Preto serviu para mostrar a importância deste tipo de tutela na construção do Estado Democrático de Direito. A visita técnica é um importante instrumento educacional, uma vez que proporciona a interação entre teoria e prática no Ensino do Direito”, explicou.

A aluna Sheila Fabiana dos Santos aprovou a visita: “Achei muito interessante a proposta dos professores Mateus e Filó em reunir em uma disciplina a teoria e a prática. Aprendemos um pouco em sala de aula sobre instrumentos de proteção ao patrimônio histórico e depois fizemos a visita a Ouro Preto. O professor Mateus explicou que, como a capital mineira mudou de Ouro Preto para BH, a cidade ficou esquecida no tempo e preservou suas características. Só após muitos anos ela foi tombada como patrimônio nacional. Explicou também que o termo ‘tombamento’ advém da Torre do Tombo, o arquivo português onde eram guardados e conservados documentos importantes”, disse.

Ainda segundo a aluna, muito conhecimento foi absorvido durante a visita técnica: “Visitamos o Museu da Inconfidência, que preserva a história do movimento de independência de Minas Gerais. Nele, encontram-se móveis, trajes, documentos, restos mortais dos inconfidentes que haviam sido degredados para a África, bem como as traves da forca de Tiradentes. Antes havíamos conhecido a Casa dos Contos, que recebe esse nome por estar relacionado à cobrança de impostos; os contos eram a moeda da época. O ouro extraído da região era levado para lá, onde era pesado, fundido, transformado em barra e devolvido para o dono. Porém, descontava-se 1/5 na forma de imposto. Daí a expressão ‘quinto dos infernos’. Achei o passeio muito agradável porque, além de aprender de forma descontraída, foi uma oportunidade para estreitar os laços de amizade entre a turma”, relata.


Recém-aprovado para o 5º período, Ivalde Antônio de Freitas Neto Junior afirma que achou a visita sensacional: “Saímos desse ambiente acadêmico de todos os dias para irmos para outra cidade. Embora fosse uma matéria optativa, muitos alunos estão no meu período regular. E lá em Ouro Preto o aprendizado foi muito importante e o passeio que fizemos à Casa dos Contos foi muito legal, mas, para mim, o Museu da Inconfidência foi incomparável. Em resumo, foi uma grande aula da história e da cultura mineira que tivemos. E o intuito da disciplina Direito e Sociedade é justamente esse: sair do dia a dia para podermos discutir e aprender”, pontua.

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